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Ciclo de palestras termina com arte dos séculos XV e XVI em Alcochete

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30 Novembro 2015

No passado sábado, 28 de novembro, Paulo Almeida Fernandes encerrou o ciclo de palestras no âmbito das comemorações dos 500 anos do Foral, no Núcleo de Arte Sacra, com a apresentação de uma comunicação intitulada “Da Igreja Matriz à Misericórdia: um percurso pela arte em Alcochete ao tempo de D. Manuel I”.

“É muito bom vermos uma sala tão composta para assistir a uma palestra no âmbito das comemorações dos 500 Anos do Foral”, começou por referir a Vereadora da cultura, Raquel Prazeres que destacou ainda o caráter histórico que nunca foi descurado nas iniciativas promovidas no âmbito destas comemorações que têm decorrido ao longo do ano de 2015.

Numa tarde em que o público foi convidado a olhar para a arte patente no património religioso e civil de Alcochete, Raquel Prazeres sublinhou ainda que existem fatores externos que influenciam a história e a arte, assim como todas as concretizações que os governantes conseguem alcançar “contribuem para a história de um povo e de uma sociedade”.

Tendo como partida as origens do território de Alcochete e da Aldeia Galega, o palestrante Paulo Fernandes destacou a riqueza arqueológica existente no Concelho, que importa descobrir e apreciar, assim como pormenores do edificado religioso, como a Igreja Matriz, que apresenta alguns traços que antecedem a época manuelina, a Igreja da Misericórdia, inserida num capítulo da arte tardo renascentista, ou a Capela da Nossa Senhora da Vida que, em 1513, era a Capela do Espírito Santo e encontrava-se associada ao hospital que existia nas suas proximidades. Paulo Fernandes classificou os séculos XV e XVI “como a idade de ouro” em termos patrimoniais em Alcochete.

Para além deste tema, no âmbito dos 500 Anos do Foral, foram ainda apresentadas outras comunicações, nomeadamente “As Origens do Concelho de Alcochete e o Foral Manuelino”, por José Vargas, “D. Manuel I, filho de Alcochete, Rei Reformador” da autoria de João Paulo Oliveira e Costa, e “O impulso polifónico na música de coro na época manuelina” proferida por Filipe Mesquita de Oliveira.

Em dezembro, as comemorações prosseguem com um ciclo de concertos de Natal e com o último torneio de xadrez.

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