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Visão 2025

Tendo em conta a sua heterogeneidade natural e humana, assim como o seu posicionamento à escala regional, a Visão 2025 assenta num conjunto de “tónicas estratégicas“ sociais, económicas, urbanísticas e ambientais que se estabelecem ao nível do sistema urbano interno (no concelho de Alcochete), como no sistema urbano externo (Península de Setúbal e Área Metropolitana de Lisboa).

 

  • Reforço das relações funcionais com a AML e ARS

    No sentido de posicionar Alcochete como território emergente no quadro da Área Metropolitana de Lisboa e do Arco Ribeirinho Sul face à dotação de funções, no domínio da biodiversidade, e de investimentos de escala regional (Novo Aeroporto de Lisboa, Circular Regional Interna da Península de Setúbal, entre outros).

  • Proteção e salvaguarda dos recursos naturais

    Considerando o potencial estratégico que os valores naturais oferecem tendo em consideração a Reserva Natural do Estuário do Tejo (RNET) e os espaços afetos à Rede Natura 2000. Neste contexto destaca-se ainda a heterogeneidade espacial do Concelho como os espaços agrícolas, florestais, de montado de sobro e as zonas húmidas.

  • Ordenamento do território coeso e articulado

    Tendo presente a necessidade imperativa de fomentar o ordenamento dos espaços urbanos e rurais, programando as condições necessárias à melhoria da qualidade de vida da população residente bem como lançar as bases indispensáveis à atração de pessoas e empresas a médio e longo prazos.

  • Mobilidade sustentável e inclusiva

    Desafio que se estabelece a duas escalas distintas. A primeira em termos das relações de mobilidade que se estabelecem com os concelhos do Arco Ribeirinho Sul (ARS) face à ausência de uma via estruturante de relação. A segunda ao nível das relações de mobilidade entre pólos urbanos do Concelho (Alcochete, São Francisco e Samouco) e ainda ao nível dos modos de mobilidade suave.

  • Desenvolvimento turístico e sustentável

    Tendo particularmente presente o potencial aliado ao domínio do turismo e da visitação considerando Alcochete como “porta de entrada” no Estuário do Tejo e ainda um conjunto de projetos ligados com a criação de espaços de hotelaria e de intervenção do espaço público a que se vincula a lógica dos eventos, do património cultural e da gastronomia.

  • Desenvolvimento do sistema produtivo local

    Tendo presente as potencialidades oferecidas pela Área de Localização Empresarial (ALE) do Passil ao nível do crescimento do segmento da logística e ainda o Batel onde se poderão fixar empresas inovadoras prestadoras de serviços na área tecnológica. Neste âmbito emerge ainda o potencial de desenvolvimento comercial do centro histórico.

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