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Mensagem do Presidente

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Decorridas e concluídas as festividades que encerraram o ano transacto, entrámos no ano novo, momento em que, normalmente, adoptamos ou renovamos novas perspectivas e tecemos objectivos de realização pessoal e profissional que nos propomos concretizar.
No que concretamente se refere à Câmara Municipal, o presente ano, não obstante coincidir com a conclusão de um ciclo político, será exigente e ambicioso relativamente à continuidade da implementação de medidas políticas que visam, nomeadamente, a regeneração e a reabilitação urbanas, a optimização da gestão e conservação do espaço público, a requalificação e ampliação de estabelecimentos de ensino integrados na rede municipal - merecendo referência o facto de a EB 2.3 El Rei Dom Manuel I e a Escola Secundária serem das exclusivas competência e responsabilidade do Ministério da Educação - e a requalificação progressiva da rede viária.
Nesta conformidade, assumem o estatuto de prioridades, entre outras, as requalificações do Miradouro Amália Rodrigues, da Escola da Restauração, da Praça da República no Samouco, do Parque de Merendas da Fonte da Senhora, da Rua da Lagoa do Láparo e da Estrada Municipal 502, sendo que, no que concerne a estes investimentos, a Autarquia recorrerá a diferentes fontes de financiamento e ao aproveitamento de fundos comunitários.
A materialização destes projectos e obras tem subjacente a conjugação de dois factores, que se mostram decisivos.
O primeiro factor diz respeito à existência de uma visão acerca do território, que consideramos como a mais reflectida, adequada e consistente e cujos contornos e substância melhor proporcionarão a valorização e o incremento das potencialidades do concelho, dotando-o de premissas materiais e imateriais que lhe conferirão um cariz evolutivamente atractivo.
O segundo factor está intrinsecamente associado à situação financeira do Município. A crise financeira, que transversalmente comprimiu as finanças públicas do País e, consequente e inevitavelmente, da esmagadora maioria dos municípios, teve igualmente repercussões em Alcochete.
Ora, passados que se mostram dois anos desde o início da aplicação de um plano de medidas criteriosas – que, em alguns casos e incontornavelmente, afectaram algumas áreas de actividade da autarquia -, podemos afirmar que a Câmara Municipal se encontra numa situação de inequívoco e positivo conforto financeiro, circunstância que torna possível a retoma no que à consubstanciação da visão enunciada concerne, garantindo-se simultaneamente a estabilidade financeira.
A alvorada de cada ano coincide com as comemorações da Restauração do Concelho de Alcochete, aproveitando a Câmara Municipal para homenagear os trabalhadores que apresentem um histórico de trinta anos de diligente prestação de serviço público e as pessoas individuais e colectivas que, no exercício e desenvolvimento das suas diversas actividades, tenham prestado serviços relevantes ao concelho e às nossas populações, num contexto comemorativo em que a evocação do nascimento da Sociedade Imparcial 15 de Janeiro de 1898 e os cumprimentos que os respectivos órgãos sociais e banda filarmónica apresentam às autarquias e às colectividades integradas no movimento associativo local constituem, independentemente do incessante decurso do tempo, momentos indissociáveis da estrutura identitária da nossa comunidade.
Assim, honraremos, novamente e sempre, a nossa História, tendo a clarividente consciência de que nos encontramos, neste nosso presente, a conceber um futuro que deverá representar para as gerações vindouras um legado de orgulho, oportunidade e continuidade.
 
 
O Presidente da Câmara Municipal,
Luís Miguel Carraça Franco (Dr.)

 
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